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sábado, 30 de junho de 2012

Este é o verdadeiro MERCOSUL ? (GB)


30 JUN 2012 01:12h - Clarin

NO HUBO ACUERDO EN MENDOZA POR EL TEMA DE LOS ARANCELES

Terminó en escándalo una reunión con Brasil por las trabas comerciales

Beatriz Paglieri, número 2 de Moreno, la emprendió a los gritos contra una funcionaria de Industria brasileña.
PorELEONORA GOSMAN
Mendoza. Enviada Especial
egosman@clarin.com
Con el canciller. Beatriz Paglieri, en la cumbre de Mendoza. con Timerman. A los gritos.
REUTERS
Una reunión entre Argentina y Brasil que debía intentar resolver los conflictos comerciales más apremiantes entre los dos países terminó literalmente a los gritos y llevó a los funcionarios brasileños a levantarse de la mesa de negociaciones.
Según indicaron a esta enviada miembros de la delegación de Brasil, la secretaria de Comercio Exterior Tatiana Prazeres se encontró antes de ayer con su colega porteña Beatriz Paglieri en el marco de la Cumbre del Mercosur, en Mendoza. La cita se desarrollaba en “un clima de alta tensión” y, en un momento determinado, la número 2 de Guillermo Moreno “empezó a alterarse” y hablar en voz demasiado alta. F u e entonces que Prazeres le pidió: “Por favor, baje el tono” y amenazó con retirarse.
Paglieri, afirman testigos, moderó el estilo pero el daño ya estaba hecho. Cuando a Tatiana Prazeres le preguntaron por los resultados a los que presuntamente habían llegado en ese encuentro, la funcionaria (tercera en la jerarquía del Ministerio de Desarrollo, Industria y Comercio brasileño) replicó: “¿De qué acuerdo me habla?”.
Paglieri pasó a comandar las discusiones con los técnicos brasileños luego de ser promovida a la secretaría de Comercio Exterior por su jefe Moreno, con quien parece compartir algunos rasgos de “arrogancia”. El secretario carga en su haber con algunas disputas folklóricas que mantuvo en el pasado con empresarios brasileños. Y otras más comprometedoras que al parecer involucró al embajador en Buenos Aires Enio Cordero y que en su momento mereció el repudio formal del Senado brasileño.
Lo que está en el fondo de los arranques poco diplomáticos de Paglieri es la discusión por las barreras que levantó Brasil contra las exportaciones de productos regionales argentinos.
Es el caso de las aceitunas, de las pasas de uva y de los aceites mendocinos, que enfrentan trabas para ingresar al mercado brasileño. En verdad esa situación es un espejo del bloqueo que impuso el gobierno de Cristina Kirchner al ingreso de carnes porcinas de Brasil, como también de calzado y autopartes.
La falta de entendimiento entre Prazeres y Paglieri obligó al ministro brasileño Fernando Pimentel y su colega Débora Giorgi a retomar el hilo de las conversaciones interrumpidas por aquel entredicho. En una entrevista con la agencia de noticias Reuters, Pimentel reveló que no hay avances en ese terreno. Dijo textualmente: “No hay condiciones para un acuerdo que permita levantar las licencias no automáticas de importación de productos argentinos perecedero”. Esto significa que se mantendrán las mismas restricciones que contaminan desde hace más de un año el intercambio comercial. Para no dejar lugar a las dudas, el ministro brasileño subrayó: “No hay todavía ningún acuerdo que justifique la eliminación de los permisos previos para los productos argentinos”. Sí hubo en cambio un compromiso de palabra para el ingreso de camiones con aceitunas argentinas por la frontera.
Pimentel, uno de los ministros más allegados a la presidenta Dilma Rousseff, discutió con Giorgi los plazos para elaborar un nuevo acuerdo de la industria automotriz que deberá entrar en vigencia una vez que expire el actual, en diciembre de 2013. De acuerdo con el funcionario, el criterio que debe tener ese nuevo convenio es el de priorizar un aumento de los contenidos regionales (argentino y brasileño) en las autopartes y unidades terminadas. Ambos discutieron la posibilidad de que sectores de la industria naval argentina puedan integrar la lista de beneficiario en las compras gubernamentales de Brasil.


creditos  GD BYE

Os PeTralhas estão eufóricos

VEM AI   O XVII  ENCONTRO DOS COMUNISTAS DA AMERICA LATRINA


Os PeTralhas estão eufóricos


Documento Base del XVII Encuentro del Foro de São Paulo

Este Documento Base no es un proyecto de resolución y no será sometido a la aprobación del XVIII Encuentro. Su único propósito
es organizar los temas en debate y estimular su discusión.
Descargar todo el contenido de el documento en pdf aqui:
  Documento Base - XVIII FSP (228,8 KiB, 257 hits)
  Capa Documento Base - XVIII FSP (82,5 KiB, 90 hits)

Link para o besterol do PT e suas propostas para o encontro



A FARC também se fará presente

Para que não conhece, como a midia abduzida, surda e muda mas eficiente em contar dinheiro
O FORO DE SÃO PAULO É UMA CRIAÇÃO DO LULALULATICO   EM CUMPRIMENTO AS ORDENS DO  FUDEL CASTRO E SEU BROTHER LARANJA.
QUERO VER CU BALANÇAR SUA IDEOLOGIAS.
Foro de SP congrega as seguintes Organizações  de cunho marxista sua sede em realidade é em CUBA paraíso dos “brasileiros” comunistas, terroristas e trambiqueiros
·         Ocean Sur – México


terça-feira, 26 de junho de 2012

Cenários Interamericanos; Rio + 20; Desarmamento


Comentário 137 24 de junho de 2012
Assuntos: Cenários Interamericanos; Rio + 20; Desarmamento
Cenários Interamericanos
Paraguai - Afastado do poder o Presidente Lugo, do Paraguai. Nós brasileiros temos todos os motivos para não gostar dele; bispo de conveniência moralmente execrável, sempre nos foi hostil. Apoderou-se de recursos de Itaipu que não merecia, graças à solidariedade esquerdista do Lula. Sempre tentou roubar as terras e as benfeitorias expulsando os “brasilguaios”, da mesma forma que Evo Morales faz na Bolívia. A saída dele deveria ser festejada por nós, da mesma forma que seria o impeachment do boliviano.
Certo, ainda não sabemos o que acontecerá lá. Reconhecemos que Lugo lutava pelo país dele; que procurava nacionalizar as riquezas. Ainda não sabemos como agirá o substituto e, pela rapidez da aceitação do novo governo pelos Estados Unidos podemos desconfiar que se hostilizarmos o novo governo e ele se sustentar, a resposta do Paraguai será justamente o que o Brasil mais teme: Acordo Comercial e Acordo Militar Paraguai/USA.
Correta seria a posição de Expectativa. Entretanto não parece ser esta a atitude do nosso Governo, induzindo inclusive tomada de posições radicais por parte do Mercosul, talvez movido por alguma solidariedade esquerdista também ameaça aplicar sanções ao Paraguai, interferindo em sua política interna, o que além de não ser da nossa tradição, é proibido pela Constituição.
Venezuela – Apesar da má vontade da imprensa não há motivo para que nós, brasileiros, hostilizemos aquele país, pois é a primeira linha de defesa da Amazônia, além de ter sido sempre amistoso para conosco, ainda que não se possa confiar no cumprimento de seus tratados. A Venezuela se prepara para a Guerra; distribui armas para a população, compra os excelentes caças Sukoi, e agora fabrica mísseis com tecnologia iraniana. A preparação bélica venezuelana não visa o nosso País, que nunca pensou em atacá-la, mas aos EUA, ao Reino Unido/Guiana e eventualmente a Colômbia se essa atuar em cooperação com os principais inimigos. Bem armada talvez até consiga manter-se em paz. De qualquer modo, enquanto houver uma Venezuela altiva e soberana continuará inviável a criação da “grande nação indígena” abrangendo as serras fronteiriças prenhes de jazidas minerais.
Mais pode nos preocupar é a doença do Chavez. Com a morte ou o afastamento dele pode desmoronar a nossa primeira linha de defesa. Então teremos que nos ver sozinhos contra adversários militarmente muito superiores.
Estados Unidos – Os EUA afirmam considerar positivo que o Brasil esteja emergindo como potência internacional e oferecem uma parceria, inclusive militar. Seria ótimo, mas vamos com cautela – Os EUA tem feito um boicote às pretensões brasileiras de ter um programa espacial e nuclear independente. Que parem com isto, que desistam de sua Guerra de Quarta Geração através das ONGs para separar as áreas indígenas do nosso território. Então podemos conversar pois apesar dos setores onde somos concorrentes, (como na agricultura), há muito espaço em que somos complementares. Eles precisam principalmente de nossos minérios e do petróleo do pré-sal e nós da superior tecnologia deles. Mesmo assim devemos cuidar de não embarcar em aventura s militares que não sejam de nosso interesse.
A Rio + 20 e o Meio Ambiente
O objetivo básico da ONU na Rio+20 era estabelecer uma governança mundial. Queriam o poder de ditar o que nós devemos fazer. Desta vez quebraram a cara. A Eco 92, sob o comando do Collor, nos custara a área ianomâmi. Não sabíamos o que nos custaria a Rio + 20, mas os frustrados foram os ecoxiitas. A maioria dos países não estava em condições de gastar para arrumar o jardim. Todos queriam defender as florestas, mas só as do Brasil. Felizmente o nosso País firmou o pé, em que primeiro deveríamo s erradicar a miséria. Entretanto, a propaganda internacional já convenceu nossa gente que as árvores nativas são mais importantes até do que a comida do pobre. Pode ser que terminem vencendo.
Proporcionalmente ás florestas lá existentes, os EUA e o Canadá abatem muito mais matas nativas do que o nosso País. – Isto o Greenpeace oculta. O Canadá, os EUA e até a pequena Finlândia lucram mais com sua indústria madeireira do que o nosso País.
Não dá mais para esconder. Está comprovado que a teoria do aquecimento global se baseava em mentiras. O Oceano Ártico realmente está derretendo e aquecendo, mas é um fenômeno cíclico, e a umidade dele causará grandes nevascas nas áreas próximas ao Circulo Artico, que se estenderão mais longe, talvez até a latitude de Nova Iorque. Essa parte vai resfriar. Em compensação as chuvas atingirão os desertos dos 30 graus norte (Sahara, México etc).
O “efeito estufa” também é uma balela. Todo o CO² causado pela atividade humana é menor que o causado pelos insetos A taxa de CO2 - 0,034% no ar é pequena demais para influir no clima. Além do mais, o CO² é o alimento das plantas. Quanto maior a proporção, melhor para elas.
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Desmatar é preciso.
A imprevisão se manifesta agora, na Hidrelétrica do Jirau. Dois milhões de metros cúbicos de madeira e lenha, da área a ser coberta pelas águas, estão destinados a apodrecer, por falta de aproveitamento econômico. Quanto a questão da intocabilidade da mata nativa exigida por papagaios inconscientes, não resiste a um minuto de pensamento lúcido; a substituição que uma parcela dela, (menor do que a área ianomâmi) por plantação de dendê, produziria mais combustíveis (biodiesel etc) do que todo o Oriente Médio. E mais barato.
Acumular energia também é preciso
A energia elétrica pode ser produzida de muitas formas , mas uma vez produzida deve ser usada, pois sua acumulação é difícil e dispendiosa. A forma mais fácil e mais barata de acumular energia (potencial) é a barragem. Os ingênuos ambientalistas talvez não consigam evitar a construção de Belo Monte, mas já conseguiram evitar a construção da barragem prevista, transformando a futura usina praticamente em usina a “fio d´agua”. Com isto funcionará com um terço de sua capacidade em boa parte do ano. Um desperdício que nos custará caro.
Na China e na Rússia não tem traíras usando índios e bagres para impedir a utilização correta das fantásticas hidroelétricas. Mais cedo ou mais tarde vamos aprender.
Comissão da verdade
Se trata de um jogo perigoso para o governo. Devemos reconhecer que, se a Presidente Dilma fez uma comissão predominantemente partidária, evitou colocar os nossos mais radicais inimigos. Dá a impressão que ela procura satisfazer os revanchistas de seus partidos, criando o mínimo de problemas para com o nosso lado. Entretanto isto pode sair do controle. Os “esculachos” por pouco já não fizeram algum velho militar usar a sua 45. Estes já venceram com facilidade os enfrentamentos com os que queriam um Brasil comunista. Agora nada mais tem a perder. Quem tem a perder são os que estão no governo, os mais radicais que só olham um lado da moeda, e o outro? Acreditam que ninguém vai olhar?
Politicamente incorreto, mas o desejável
-Prezar mais a alimentação de seu povo do que a preservação das florestas nativas.
-Só considerar índio quem vive como índio, mesmo assim procurar integrá-lo na sociedade.
-Assegurar o direito à propriedade a quem a conseguiu honestamente.
-Entender que os malfeitores devem ser castigados primeiro, recuperados depois, se possível.
-Ser a favor do uso e do replantio de árvore, de qualquer espécie, para a produção de bens...
-Ser a favor de aplicar o Código Florestal somente quando for aplicado também em Veneza, na Holanda, na Inglaterra, nos EUA, etc...
-Ser a favor de Áreas de Proteção Ambiental, mas na China não no Brasil.
-Exigir que o Judiciário faça justiça; que o Legislativo faça as leis desejadas pela população e que o Executivo governe dentro do interesse nacional
-Querer os direitos humanos sejam primeiro para as pessoas de bem
-Manter sua arma e sua capacidade de reação mesmo contra a lei, mas só usá-la em legitima defesa
Comissão Internacional de Direitos Humanos/OEA...
A tentativa da CIDH/OEA de envolver-se na construção da hidrelétrica de Belo Monte, recebeu severa admoestação do governo brasileiro. Ótimo. A tentativa de impor sua doutrina na Rio+ 20 também teve reação à altura. Ótimo também. Só não entendemos a subserviência da placa na AMAN. Espera-se que os militares não a aceitem.
Desarmamento das pessoas de bem
Já é consenso que se trata de uma medida de maus resultados, pois a certeza da “não reação” estimula os assaltantes, inclusive aqueles sem coragem. Acredita-se que, entre a publicação da lei e sua efetivação plena o número de assaltos deve aumentar de 300%
O desarmamento das pessoas de bem nunca foi desejo da população brasileira. Foi imposto por políticos cercados por seguranças pagos com os nossos impostos. Alguns deles queriam facilitar seus negócios de segurança privada, mas deve ser lembrado o interesse estrangeiro de emascular nosso povo através do incentivo a não reação, e a rendição face a qualquer ameaça.
Alguma coisa está mudando. Realizou-se dia 19, na Comissão de Segurança Pública da Câmara, audiência pública para a discussão de projetos de lei sobre autorizações para porte de arma. Idealizada como uma manobra para evitar a votação em sessão deliberativa, onde a aprovação seria provável, a audiência teve resultado oposto ao que pretendiam os desarmamentistas, com total domínio do posicionamento favorável à concessão do porte, seja nas exposições e debates, seja de parte dos Deputados presentes
Foi uma audiência como não se havia ainda visto, com uma participação maciça de deputados, órgãos de imprensa e dos setores diretamente envolvidos, além de bom público expectador. E se viu a destruição da infundada tese do desarmamento, através de exposições firmes, contundentes e, sobretudo, técnicas dos defensores do acesso ao porte, aos quais se somaram o pronunciamento do representante da indústria de armas e munições e uma bela articulação de bastidores de atiradores e colecionadores ali presentes.
Aos desarmamentistas, restou lamentar a acachapante derrota e ver como seus argumentos não são mais aceitos sem provas. Ficaram atônitos com os fatos que lhes eram jogados à frente, viram até o Ministério Público Federal criticar a postura do Ministério da Justiça pela insistência no desarmamento, com uma análise detalhada de dispositivos do atual estatuto do desarmamento e seu confronto com a realidade. Tiveram que amargar a ausência de qualquer apoio em favor de restrições, provando que seus discursos, recheados de números mentirosos, não mais têm o poder de convencer ninguém.
O aplauso popular às recentes reações com mortes dos meliantes é a prova cabal da necessidade da legalização de armas pelas pessoas direitas. Não há como concordar com os que querem manter as vítimas inermes e indefensas.
Que Deus guarde a todos nós
Gelio Fregapani

segunda-feira, 25 de junho de 2012

EM CARTAZ NO STF “O HOMEM SALÃO” jn


25062012    Excelente artigo publicado na FOLHA DE SÃO PAULO

      Por  LEANDRO COLON   



O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, enviou ofício ao ministro Ricardo Lewandowski advertindo que ele precisa devolver hoje a revisão do processo do mensalão para que o julgamento comece no dia 1º de agosto.
Na prática, o presidente do STF cobra pressa do colega de corte para que o calendário do principal julgamento do ano seja obedecido.
Britto tomou essa iniciativa na noite de quinta-feira (21) depois de tentar, sem sucesso, conversar com Lewandowski sobre o assunto naquele dia.
A atitude do presidente do Supremo, segundo ministros, é incomum no dia a dia da corte, mas se tornou necessária devido ao risco de atraso.
Lewandowski tem reclamado nos bastidores da pressão interna que sofre dos colegas para correr com o caso.
PRAZOS
A cobrança do presidente do STF deve-se aos prazos regimentais exigidos para que o julgamento comece no primeiro dia de agosto, já que a corte entra em recesso na semana que vem.
Se Lewandowski entregar a revisão hoje, a liberação do processo será publicada amanhã no "Diário Oficial da Justiça". Haverá então um prazo de 24 horas, até quarta, para que o procurador-geral da República e os 38 réus sejam comunicados.
Depois disso, o regimento determina 48 horas de intervalo para que tenha início o julgamento.
Ou seja, a tramitação encerraria na sexta e tudo estaria pronto para o dia 1º de agosto, quando o STF retorna aos trabalhos.
Agora, se Lewandowski, por exemplo, devolver o processo a partir de quinta-feira, o julgamento só começa depois de 6 de agosto.
Entra então a discussão da aposentadoria do ministro Cezar Peluso. Ele completa 70 anos no dia 3 de setembro, quando é aposentado compulsoriamente. Peluso já avisou interlocutores que deve parar dias antes.

PRESSÃO
Pelo cronograma, haverá duas semanas para manifestação de defesa e da Procuradoria-Geral da República antes dos votos dos ministros.
Como não há tempo fixo para os ministros concluírem suas posições, qualquer atraso pode deixar o julgamento sem o voto de Peluso.
A corrida do STF contra o relógio foi revelada ontem  pela coluna Painel, da Folha.
O cronograma de 1º de agosto foi acertado pelos ministros do STF no começo do mês, conforme sugestão do ministro Celso de Mello.
Lewandowski tem prometido entregar o processo até o fim de junho, mas evita se manifestar publicamente, principalmente depois das revelações de que setores do PT, liderados pelo ex-
presidente Lula, têm trabalhado para adiar o julgamento para depois das eleições municipais.
O ministro Marco Aurélio Mello demonstrou ontem preocupação com o cumprimento dos prazos.
"Concordei com o calendário partindo da premissa de que o revisor tinha conhecimento e concordava, senão não teria somado meu voto aos demais, Por mim, já teríamos começado antes, mas dependemos do revisor", disse ele, que minimizou a pressão sobre Lewandowski.
"A intenção do ministro Britto foi de alertá-lo".
D

A Comissão da lembrança



  
  Julgamento em Minas Gerais - Na fileira de trás,
  o 2º à esquerda Fernando Pimentel, ministro  do
  Desenvolvimento, Indústria e Comércio, do governo
 Dilma, a última á direita. Para quem acabara de ser
 recém e bárbaramente torturada, em Juiz de fora ,
 ela está com excelente aparência. O próximo a refor-
çar as denúncias de torturas pode ser o ministro, que
atuou em Minas, Rio e Rio Grande do Sul...
A Comissão da Mistificação carece alembrar a prescrição da d. Dilma 

*Péricles Capanema
A presidente Dilma Roussef ao instalar em 16 de maio último a Comissão da Verdade (aqui proponho nome novo para a assombração, mais conforme à verdade) demarcou que o tal grupo “só é o contrário do esquecimento”. Beleza, só não pode esquecer. Podia ser chamada comissão da lembrança. 
Vou pisar no trilho aberto pela d. Dilma, evitando que coisa importante afunde no esquecimento. E, com isso, ajudo a campanha de vacinação contra a amnésia seletiva, epidemia muito espalhada por tudo quanto é lado. Como um dos vacinadores dou algumas agulhadas, coisa pouca, entre muitas que podiam ser dadas para combater a praga:
Texto completo
1ª) A guerrilha no Brasil nunca lutou pela democracia. Seus participantes costumam pôr debaixo do tapete esse fato óbvio para conseguir absolvição do público, mas a realidade é que pegaram em armas e mataram para impor a tirania comunista. O triunfo de qualquer dos grupos terroristas seria a morte da liberdade. Os movimentos guerrilheiros foram expressão assassina de gigantescos movimentos ideológicos e políticos que defendiam a ditadura do proletariado, na prática a tirania do partido único, o Partido Comunista. Queriam para o Brasil regimes parecidos com os da China comunista, Rússia, Albânia, Cuba. Estou só alembrando, d. Dilma não explicou que era proibido esquecer? 
2º) Houve excessos na repressão e eles precisam ser lembrados. Mas também não deve ser esquecido que a repressão enérgica aos movimentos guerrilheiros no Brasil ─ nos limites da lei, alembro ─ foi medida meritória, que favoreceu a liberdade e o progresso do país. O triunfo da guerrilha teria trazido ao Brasil o que os governos comunistas sempre produziram em outros países: perseguições implacáveis, causadoras tantas vezes de milhões de mortes. De outro modo, totalitarismo, coletivismo, igualitarismo e miséria. São fatos históricos. Estou no errado ou falei certo?
3º) As guerrilhas no Brasil não começaram como reação ao endurecimento do regime militar, após a edição do AI-5 em dezembro de 1968. Começaram antes, ainda no período de democracia liberal do Brasil, no quatriênio inacabado Jânio-Jango e já existiam no período 1964-1968. Elas foram reflexo da Guerra Fria e tinham direção de fora. Na década de 70, houve guerrilhas até na Itália e nos Estados Unidos, países de democracia consolidada. E o objetivo de todas elas foi sempre a tomada do poder pelas armas para impor a ditadura comunista. 
4º) O movimento comunista, em várias de suas facções, mandou asseclas pegarem em armas porque tinha fracassado na luta de convencer pelas ideias e alcançar o poder pelo voto. É confissão da repulsa que o povo lhe vota.
5º) Tem mais, os sete integrantes da Comissão da Verdade não podem esquecer a lei que a criou. Mas tenho certeza que vão enterrar dispositivos dela. E sem dar explicação. Vou eu aqui alembrar a eles. A lei entre seus objetivos estatui:
“III – identificar e tornar públicos as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionados à prática de violações de direitos humanos mencionadas no caput do art. 1º, suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e na sociedade”. Como pelo menos um de seus sete sabichões já quer esquecer claramente o texto (cf Paulo Sérgio Pinheiro que em declaração delirante e reveladora alembrou aos desavisados: ‘Nenhuma comissão da verdade teve ou tem essa bobagem de dois lados, de representantes de perpetradores de crimes e das vítimas’) e agir arbitrariamente, recordo. A lei também manda apurar violações de direitos humanos na sociedade e não só as cometidas dentro do aparelho estatal. Isto é, ordena apurar os crimes cometidos pelos guerrilheiros. Sei que ninguém vai dar bola para o texto da lei. É letra morta, hipocrisia para capear fracamente o efeito causado pela fraude descarada, disfarçada em esquecimento ou distração: a perseguição ferina aos militares de militância contrária à esquerda, sejam ou não culpados. E, ademais, intimidar eventuais opositores da esquerda dominante, fazendo-os pensar duas vezes antes de tomar qualquer atitude. Em resumo, é medida de intimidação. Aqui estou reclamando apenas obediência ao que determinou a presidente (ou presidenta, como quer, tudo bem), que os nomeou: não esquecer a lei inteira. Reclamo coerência e correção. Sei que na prática a comissão não tem (ou não quer) liberdade efetiva para agir segundo a letra da lei. Vai fraudá-la e preparar relatório faccioso e incompleto, podem me cobrar daqui a dois anos. Outra coisa: ninguém vai apurar violações de direitos humanos de 1946 a 1988. Todo mundo sabe que é para inglês ver. Vai sobrar a caça aos militares que hoje ainda incomodam, na medida em que as circunstâncias políticas o permitirem. Repiso: reclamo apenas o cumprimento inteiro da lei e já estou avisando que ela vai ser rasgada. Conduta assim favorece a reconciliação nacional?
6º) No mourejo de impedir o esquecimento da lei, aqui vai outro objetivo dela: “promover, com base nos informes obtidos, a reconstrução da história dos casos de graves violações de direitos humanos, bem como colaborar para que seja prestada assistência às vítimas de tais violações.” Vou dar uma sugestão. Faça a comissão um informe sobre as graves violações de direitos humanos feitas pelo MST e por movimentos de sem-terra, antes da constituição formal do movimento em 1984. E com motivação política: abalar a ordem vigente. Investigue a fundo a grana preta que veio de fora, suas ligações com a CPT e o rastro de sangue e lágrimas que deixou em incontáveis famílias de proprietários rurais, a maior parte de recursos muito escassos. Está aí a origem de mais de trinta anos de violações sistemáticas dos direitos humanos no Brasil. Essa investigação decorre logicamente do texto da lei que instituiu a Comissão da Verdade. E indicaria imparcialidade. Não vai acontecer, sei. Mas então que a mencionada comissão não pretenda estadear isenção e imparcialidade de conduta.
7º) Alembro outro objetivo da lei: “recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliação nacional”. Outra proposta: um dos pontos para promover a reconciliação nacional, diretamente ligado à guerrilha, é atender às justas reivindicações de setores militares nas três armas que pedem atendimento aos direitos humanos de membros seus e de suas famílias gravemente lesados pelos terroristas. O pedido deles é simples e não podia ser mais modesto: se for para investigar, investiguem tudo de um e outro lado (está na lei) e utilizem a mesma régua. Se for para indenizar, indenizem a todos com o mesmo critério. Houve muitos inocentes trucidados pelos guerrilheiros. Podia ser mais reconciliadora? Menos contrária a privilégios dilacerantes? Mas as famílias desses inocentes ainda vão continuar no sereno, porque a lei tem um texto e haverá uma prática diferente, que frauda o diploma legal. Quem quer apostar?
Subitâneo, veio-me à memória ponto central que ia esquecendo. Qual o objetivo real do terrorismo no Brasil? Na cabeça dos jovens guerrilheiros tresloucados até que podia existir o delírio de tomar o poder em Brasília, em conjunção com outras forças insurrecionais. Não na cabeça de quem mandava de fato. O objetivo primeiro do sarampo guerrilheiro, que abriu feridas em tantos lugares, era berrar para o Brasil que o corpo social estava doente. E criar a sensação generalizada de que existia enorme insatisfação popular, prestes a explodir, com manifestações até armadas, e só passível de ser curada com a aplicação maciça de reformas de caráter igualitário e coletivista, as chamadas reformas de base. De outro jeito, esperavam destruir no público resistências duras ao reformismo radical socialista. E para isso, por propaganda mistificadora, criar a impressão das massas insatisfeitas, à beira da rebelião. O povo real era outro, pacífico e tinha pendor conservador.
Lembro outro ponto, esse furando os olhos. As guerrilhas lá atrás foram um show sangrento. Temos agora outro grande show no Brasil e no mundo (e as guerrilhas naquela época pipocaram em muitas partes do mundo), ainda sem derramamento de sangue, o terrorismo ecológico, que visa criar o pavor ambientalista. É uma gigantesca mistificação em marcha para impressionar a opinião pública, até agora com os dois pés atrás. Para quê? Com base num pavor infundado, ─ e alembro aqui as opiniões fundadas a respeito do clima, camada de ozônio, CO2 expressas com calma segurança pelo climatologista dr. Ricardo Augusto Felício, professor da USP, que desmentem todo o embasamento para esse show ─ os mentores do terrorismo ecológico esperam derrubar as barreiras contra as medidas que exigem, supostamente para proteção do meio ambiente. É só ver a lista delas e se sente logo a catinga centralizadora e intervencionista. Em resumo, medidas totalitárias, coletivistas, igualitárias e geradoras de pobreza. Atenção, os mesmos efeitos que o terrorismo comunista visava produzir no Brasil (e alhures). Duas mistificações distantes no tempo, com efeitos reveladoramente semelhantes. 
Era o que eu tinha a lembrar.
*Engenheiro e Pesquisador do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira
DILMA APÓS SEÇÃO DE TORTURA EM JUIZ DE FORA  (jn) 

Falta moral à nação brasileira...


 Falta moral à nação brasileira...
...para condenar o Congresso do Paraguai!

Gen Bda Paulo Chagas
Caros amigos
 
Por oportuno e coerente, repito aqui o fulcro do que escrevi há algum tempo quando da patética intervenção do governo lulopetista nos assuntos da política interna de Honduras.
Como a maioria dos brasileiros, sempre imaginei que o imobilismo do Brasil da era pós-moral (1988 até nossos dias) em relação às violações dos direitos humanos em países como Cuba, Venezuela e outros era devido ao respeito ao preceito constitucional de não intervenção nos assuntos internos de países soberanos, mesmo que submetidos a governos tirânicos e totalitários, como é o caso dos citados.
 
Constato, mais uma vez, à luz, agora, da reação ao impeachment de Fernando Lugo, que não se trata de obediência à Lei Maior, mas, sim, de pura conivência e de invejável fidelidade a acordos e planos traçados e tratados à sombra da liberdade democrática. 
O bom exemplo do Legislativo e do Judiciário de Honduras e do Congresso paraguaio deveriam abrir-nos os olhos para a necessidade de adotarmos, aqui no Brasil, procedimento semelhante em face de violações correntes das leis e da boa conduta política e administrativa por parte de autoridades dos três poderes da república.

Se o “rito” adotado pelo Paraguai fosse o mesmo que aqui se aplica a “mensaleiros” e outros corruPTos, o “bispo” libertino e incompetente seria absolvido por decurso de prazo ao final do seu terceiro mandato! 
Todas as manifestações e atitudes oficiais do governo do PT com relação ao incidente político no Paraguai ferem a Constituição Brasileira e o açodamento com que se realizam, contrastando com a leniência com que trata as suas próprias mazelas, demonstram que o plano de expansão do socialismo bolivariano-chavista arquitetado no Foro de São Paulo não contava com mais este percalço! 
O desrespeito à soberania de Honduras estimulou a violência urbana em Tegucigalpa. O mesmo procedimento pretende, agora, promover distúrbios e violência em Assunção. É a especialidade e a linguagem da “democracia” praticada pelos terroristas, caudilhos e corruPTos de esquerda que pretendem perenizar-se no poder. 
No Paraguai, o Senado e a Câmara não fizeram mais do que aplicar, eficientemente, uma norma constitucional para livrar o país da pretensão obscura de um demagogo imoral e inapto que, como outros no subcontinente sulamericano, estava comprometido com uma “democracia socialista” e com tudo que isto representa em termos de atraso, radicalismo, apropriação indébita e confisco de bens e direitos.

Honduras e Paraguai poderiam servir de exemplo ao Brasil e fazer ver à nossa Presidente e seus apaniguados da situação, bem como aos omissos da oposição, que popularidade não é o mesmo que autoridade, cuja legitimidade repousa no cumprimento das leis, dentro dos limites estabelecidos por elas, e não em arroubos demagógicos ao arrepio da lógica e do bom senso.

Infelizmente, no entanto, ao escolhermos imorais para governar-nos e para representar-nos no Congresso e ao aceitarmos a posse de oportunistas na Suprema Corte, fica a nos faltar moral para impor qualquer tipo de moralidade à política, à justiça ou à gestão da coisa pública!  
No Brasil, particularmente no Brasil da era pós-moral, há leis que pegam e leis que não pegam. A Constituição Federal de 1988, por exemplo, é uma das que não pegou, aliás, nasceu com este fim sob a tutela daqueles que temiam a lei, a ordem, a moral, a ética e os bons costumes. Trata-se de uma obra de autoproteção, desmoralizada e inútil, repito!

A Turma da Mônica mente

Por Batalha - 25/06/2012
Nessa época eu era capitão e servia em Juiz de Fora ( 10º. BI ). A única atividade relacionada com a repressão era a Auditoria Militar da 4ª RM, lá sediada, que julgava crimes militares e crimes capitulados na Lei de Segurança Nacional. Nem no meio militar, nem entre os civis, ouvia-se qualquer rumor que fosse sobre tortura. A cidade era pacata e o convívio com os militares pautava-se pela simpatia de ambas as partes. A Dilma mente. Tanto assim que ela se esquiva, com desculpas esfarrapadas, de oferecer dados que permitam a identificação de seus torturadores. Os oficiais que, então, exerceram a função de S 2 no 10º. BI e no 4º. GAC, e o E 2 da 4ª. RM/DE, poderiam identificar os “ torturadores ”
A única verdade é que eles não existiram.
Além da aparência estar ótima para quem acabou de ser
  torturada, ela ainda  foi absolvida de ter participado de luta
  armada, apesar de fazer as reuniões de assaltantes
 e assas-
  sinos em seu apartamento e treinar tiros com João Lucas
  Alves, assassino do major alemão Edward von Westernhagen 



Repito: A DILMA MENTE. É caso de impeachment por crime de perjúrio. Sugiro fazermos pela Internet um repto a ela para que, a bem da verdade, que ela tanto diz buscar com a CNV, responda as seguintes perguntas sobre a tortura que alega ter sofrido em Juiz de Fora:
1 – Local onde ocorreu a tortura (dependências de quartéis ou outros locais ). Qualquer dado, por mínimo que seja, poderá ajudar na identificação do local.
1 – Local onde ocorreu a tortura (dependências de quartéis ou outros locais ). Qualquer dado, por mínimo que seja, poderá ajudar na identificação do local.
2 – Quantos eram os torturadores. Trajes que usavam. Sinais característicos; idade, compleição física etc.
3 – Ela alega que teve um dente abalado por um soco que tomou na face. Se isto realmente 
tivesse 

  Vejam se esses dentinhos foram abalados
  com
 um soco ou se o Lamarca não estava certo
  ao apelidá-la de Mônica !
acontecido, haveria cicatriz. Na fotografia em que ela aparece na Auditoria Militar da 4ª. RM seu aspecto físico não apresenta sinais de violência física e seu semblante é tranquilo ( aliás, de todos os demais, inclusive do “consultor secreto ” PIMENTEL). 
4 – Outros dados que ajudem na identificação de seus torturadores. 
Batalha
Observação do site www.averdadesufocada.com  : Dilma, se contradizendo, também alega, segundo o Correio Braziliense, que esse soco deslocou sua arcada dentária, projetando seus dentes para fora, o que só foi corrigido com uma cirurgia, quando já era candidata à presidência. Esqueceu que muitos de seus companheiros afirmaram que ela era dentuça e que o próprio Lamarca a apelidara de Mônica - a do desenho de Maurício de Souza -, por essa sua caracteristica. 




domingo, 24 de junho de 2012

Os dominós da Esquerda começam a cair na AL (JN)


24/06/2012
 às 8:08

O que, afinal, quer Dilma? Reeditar a “Guerra do Paraguai”? O Brasil tem de ser mais respeitoso com a soberania de um país vizinho!

Sabem o que há, de verdade!, na raiz da reação negativa dos países sul-americanos à deposição de Fernando Lugo? Má consciência! Também e muito especialmente no Brasil. Já chego lá. Antes, algumas considerações.
O Paraguai está em paz dois dias depois de Lugo ter sido deposto pelo Congresso, segundo a mais estrita e rigorosa letra da Constituição. Mas não ficará assim por muito tempo se depender do Brasil e de outros países sul-americanos. Parece que a presidente Dilma Rousseff, seguindo os passos aloprados de seu antecessor no caso da crise hondurenha, não se conforma com a praça vazia. A expectativa era a de que milhões fossem às ruas em defesa do presidente deposto. Não apareceu um só. O mesmo, aliás, havia ocorrido em Honduras. As manifestações só começaram quando Manuel Zelaya resolveu organizar a “resistência” na embaixada do Brasil, com o apoio de Lula e Chávez.
A Constituição foi rigorosamente seguida. Mas Dilma não gostou.
A Câmara aceitou a denúncia por 73 votos a 1. Mas Dilma não gostou.
O Senado aprovou o impedimento por 39 votos a 4. Mas Dilma não gostou.
O Judiciário declarou legal a deposição de Lugo. Mas Dilma não gostou.
Até a Igreja Católica no Paraguai reconhece como legítimo o impeachment. Mas Dilma não gostou.
O povo paraguaio, vê-se, aceitou a solução. Mas Dilma não gostou.
Então vamos ver. A lei foi cumprida. A democracia continua em pleno funcionamento. Os Poderes instituídos e o povo do Paraguai reconhecem o novo presidente. Qual é, afinal de contas, o problema do Brasil? “Ah, o rito foi sumário!” Foi porque as leis paraguaias permitem que assim seja. O Palácio do Planalto pode tentar exportar alguns dos nossos legisladores para ao país vizinho para que se façam, então, leis melhores, mais ao gosto do nosso governo, não é mesmo?
Não! Definitivamente, não é assim que a música toca! Ameaçar o Paraguai com o isolamento quando estão em vigência todas as instituições que caracterizam a democracia é inaceitável. Qual é a acusação? Sim, trata-se de má consciência e explico por quê.
Alguns governantes latino-americanos, tendo as injustiças sociais como desculpa, passaram a acreditar que podem desrespeitar abertamente as leis que os elegeram para, então, fazer… justiça! A desigualdade social no Paraguai é, de fato, obscena. Há dois caminhos para dar uma resposta: com leis e debate democráticos — e isso requer competência, capacidade de negociação, implementação paulatina de medidas… E há o outro modo: partir para a pistolagem. Lugo prometeu uma ampla reforma agrária no país (nem vou entrar no mérito se o caminho era mesmo esse). Seus planos não saíram do papel. Não obstante, passou a tolerar o banditismo de grupos extremistas que falam em nome dos sem-terra. Deu no que deu.
Ou por outra: incompetente que era, Lugo não conseguiu apresentar um plano ao país; demagogo que era, passou a manipular o extremismo a seu favor. Os bandoleiros ameaçam justamente a parte mais virtuosa da produção agrária paraguaia — que inclui os brasileiros, é bom lembrar! Aliás, cuidasse o nosso governo um pouco mais do seu próprio povo, teria vários motivos para estar agastado com Lugo. Há uma perseguição organizada aos chamados “brasiguaios” no país. As supostas “vítimas das desigualdades” estão invadindo, saqueando e depredando fazendas. Há famílias que foram expulsas de suas terras. Não se ouviu até agora de um pio do Itamaraty ou Dilma Rousseff.
Os governantes sul-americanos que ameaçam isolar o Paraguai — e, lamento!, isto vale também para Dilma — estão, na prática, cuidando mais de si mesmos do que de Fernando Lugo, que não tem condições, é evidente, nem legais nem políticas de voltar ao poder. Estão dizendo que NÃO ACEITAM SER DEPOSTOS POR LEIS DEMOCRÁTICAS NEM QUANDO AS TRANSGRIDEM. Ainda que com palavras um tanto oblíquas, de sentido enviesado, afirmam que se deve tolerar que o chefe do Executivo mande as leis às favas e se junte a grupos que desrespeitam os fundamentos da democracia, mas que é intolerável que o Congresso e a Justiça usem as suas prerrogativas.
Ora, vejam nesta página uma crítica que fiz a um texto de Janio de Freitas publicado hoje na Folha. O valente defende os mensaleiros, diz que o julgamento no Supremo traduz o confronto entre os “reformistas” e os “conservadores”, que o resultado é crucial para a democracia brasileira, que se trata de uma questão política e que, conclui-se, o Supremo só dará provas de isenção se absolver os acusados. Vejam lá o que escrevi a respeito.
É precisamente essa má consciência que está na raiz da acusação falsa, escandalosamente mentirosa, de que houve “golpe” no Paraguai. Tivessem morrido 17 pessoas num confronto por terra num Paraguai governado pela “direita”, haveria uma penca de ONGs gritando mundo afora: “Massacre! Massacre!”. Se o Congresso decidisse impichar o presidente por “mau desempenho”, seria aplaudido como expressão da verdadeira democracia. Como tudo se deu na gestão do “progressista” Lugo, então ouvimos aquele ruidoso silêncio. Afinal, diria Janio de Freitas, ele é “um reformista”…
Acho que não convém Dilma fazer uma nova “Guerra do Paraguai” em defesa de um demagogo, que foi deposto segundo o que estabelece a lei. Não faltará um leito para abrigar o “bispo pegador”…
Por Reinaldo Azevedo

24/06 -
A tropa de choque do MST e de Maria do Rosário tenta me intimidare faz ameaças.
Estou passando a informação à PF a a Dilma Roussef, a chefe de Maria do Rosário! Páginas financiadas´por estatais estão incitando a violência!

Por Reinaldo Azevedo

Jornais, TVs, sites, blogs, rádios… As ações de um grupo que se intitula “Levante Popular” estão noticiadas em toda parte. Ele decidiram “esculachar”, como dizem, as pessoas acusadas de terem praticado tortura durante o regime militar. Vão até suas respectivas casas ou locais de trabalho, gritam, xingam, picham… E tudo, dizem, porque pretendem, contrariando o que diz a Lei de Anistia, que os acusados sejam processados criminalmente e julgados.

Muito bem! Digamos que isso fosse possível: o que eles estão promovendo é um linchamento. Isso que fazem combina bem com o fascismo, com a revolução cultural chinesa, mas não combina com democracia. 
O objetivo declarado, afirmam, é a instalação da Comissão da Verdade. Bem, então estão anunciando o que pretendem com ela, e também isto contraria o texto explícito da lei. É revanche!
Desde ontem, passei a receber dezenas de ameaças. Meu “crime”, segundo eles? Ser contrário à revisão da Lei da Anistia, a exemplo da maioria do Supremo Tribunal Federal e da Advocacia Geral da União, que fala em nome da Presidência da República. 
Acontece que a mesma presidente da República mantém na pasta dos Direitos Humanos uma ministra que, de forma desabrida, incentiva o desrespeito à Lei da Anistia — entre outras leis, é bom ficar claro. Publico um exemplo de comentário, que já enviei à polícia com o devido IP:
“E o Levante Jovem está se preparando para acampar na frente de sua casa e mostrar seu currículo verdadeiro às pessoas. Vc merece esta homenagem, meu Rei.”
Vem assinado por “Kozel Paes”, IP 83.86.0.98. O IP não é um instrumento de alta precisão. Sabendo a hora em que foi enviado, e eu sei, não é impossível chegar à origem. 
O meu verdadeiro currículo??? Isso! Vão procurar. Quando se opor à ditadura representava realmente um risco, era na oposição que eu estava e fui perseguido. 
Essa gente tem hoje a grande coragem de se opor à democracia.
De resto, “Kozel” mais importante do que esse é “Mário Kozel Filho, um garoto assassinado em 26 de junho de 1968, quando um carro-bomba foi lançado contra os muros do Quartel General do II Exército, em São Paulo, numa ação de vários grupos terroristas, liderados pela VPR (Vanguarda Popular Revolucionária). A VPR, no ano seguinte, daria origem à VAR-Palmares, grupo a que pertenceu Dilma Rousseff. O corpo de Kozel ficou irreconhecível. Foi pelos ares. Aos pedaços. 
Via Campesina
Os miliantes do “Levante Popular” estão batendo bumbo em sua página porque toda a grande imprensa, que desprezam, lhes deu amplo espaço. E sem dizer quem são eles, o que deveria envergonhar esse jornalismo.
São tratados como “os jovens”. Quem organizou as ações foi a Via Campesina, organização de extrema esquerda que está em vários países na América Latina, cujo grande esteio, no Brasil, é o MST. Vale dizer: por trás dos jovens, está o velho João Pedro Stedile. Não tendo mais o que dizer e o que fazer com sua proposta atrasada de reforma agrária, o MST decidiu agora caçar e cassar seus supostos inimigos nas ruas.
Presto a essa gente um favor e publico aqui o link de sua página na Internet. Esses grandes defensores da democracia recomendam alguns sites e blogs. Entre eles, está, por exemplo, Cubainformación, que faz proselitismo do regime cubano.
VOCÊS ENTENDERAM DIREITO: a “juventude” que diz querer a Comissão da Verdade no Brasil e que pretende sair por aí pichando a casa de pessoas acusadas de tortura defende um regime que… tortura e mata! 
Ainda hoje publiquei o tratamento que os agentes de Raúl Castro dispensaram a um homem que ousou gritar “Abaixo o comunismo!” numa via pública. Foi tratado aos tabefes. A esta hora, deve estar numa masmorra. É o que quer o tal movimento “Levante Popular”. Se vocês entrarem agora na página, encontrarão lá o discurso de Raúl Castro por ocasião da visita do papa. 
Incitadores da violência
Quero aqui chamar a atenção para o fato de que as páginas dessa gente que forma o que chamo “Jornalismo da Esgotosfera Governista” (JEG) já não se contenta mais em demonizar supostos adversários, em difamar, em caluniar. Agora, por intermédio, sobretudo, de “comentadores”, pregam que aqueles de quem discordam sejam perseguidos e agredidos fisicamente.  É fascismo em estado bruto. 
Ajudam a causa?
Essas pessoas dizem querer a instalação da “Comissão da Verdade”. É mesmo? Pois, entendo, estão prestando um desserviço à causa que dizem abraçar. Se o grupo nem foi ainda formado, e as tropas de choque já estão em ação, dá para imaginar como será depois.
As pessoas sensatas, que têm miolos, já atentaram para o risco implícito em tais ações. “Sou contra esse tipo de protesto. Quem tem que dizer quem torturou é o poder público. A sociedade deve se manifestar, mas pichar a calçada das pessoas é vandalismo”. A afirmação é de Ivo Herzog, diretor do Instituto Vladimir Herzog. Ivo não tem razão nenhuma para “proteger torturadores”. Seu pai foi assassinado no DOI-CODI, em São Paulo, em outubro de 1975.
Deixo claro: não estou tentando pegar carona na opinião de Ivo para afirmar que pensamos a mesma coisa sobre o alcance da Lei da Anistia, a Comissão da Verdade ou qualquer outro tema. É provável que não! Há coincidência apenas sobre esse particular.
Encerro
 Não existe mais no Brasil, excetuando-se um delírio isolado ou outro, a extrema direita que recusa a democracia. Felizmente! Ou me digam, então, onde ela está. 
Mas a extrema esquerda que não aceita o império do regime democrático e do estado de direito está aí, ativa. E conta com a colaboração covarde da grande imprensa, incapaz de dizer quem é e o que pensa o tal “Levante Popular”. 
Eis aí, presidente Dilma! Essa é a tolerância que seu governo, direta ou indiretamente, está patrocinando!
Ainda voltarei ao tema
Por Reinaldo Azevedo

A coerência da diplomacia brasileira é errar sempre (JN)


Coluna Augusto Nunes

23/06/2012
 às 12:43 \ Direto ao Ponto

Se pedir socorro aos vizinhos trapalhões, Lugo pode acabar na embaixada brasileira como gerente da Pensão da Dilma


Fernando Lugo (à esquerda) e Manuel Zelaya

Afastado da presidência do Paraguai pelo Congresso, Fernando Lugo prometeu recorrer à Justiça para recuperar o cargo. Os deputados e senadores entenderam que o chefe do Executivo fez o suficiente para perder o emprego. Lugo acha que não. Se for acionado, o Judiciário decidirá a pendência. Por enquanto, foram respeitadas as regras constitucionais. Melhor assim.
Pelo menos até agora, a vítima do impeachment resistiu à tentação de pedir a ajuda dos vizinhos. O venezuelano Hugo Chávez está permanentemente à disposição dos companheiros aflitos. E Dilma Rousseff, como revelou o blog de Lauro Jardim, ordenou ao chanceler Antonio Patriota que falasse grosso com os responsáveis pela demissão do parceiro paraguaio.
Se tiver juízo, Lugo se limitará a brigar na Justiça. Em 2009, o mundo inteiro viu o que acontece quando a turma do Lula e o bando do Chávez resolvem socorrer em parceria um parceiro em apuros. O plano concebido pelos trapalhões beligerantes deveria devolver à presidência de Honduras o neobolivariano Manuel Zelaya, destituído pelo Poder Legislativo com o endosso da Suprema Corte. Deu no que deu.
Zelaya voltou clandestinamente a Tegucigalpa, hospedou-se na embaixada brasileira, transformou o prédio na primeira Pensão do Lula e ficou à espera das tropas prometidas por Chávez. Só deixou o estabelecimento depois de 125 dias. Em vez da faixa presidencial no peito, levava na cabeça o chapelão  que simulava uma coroa de destronado. Se seguir o exemplo do colega hondurenho, Lugo pode acabar na gerência da Pensão da Dilma.
Os executores da política externa lulopetista jamais abriram o bico, por exemplo, sobre as abjeções colecionadas pela ditadura cubana, nem sobre os chiliques autoritários da viúva argentina que herdou a Casa Rosada, muito menos sobre o desmoronamento da democracia venezuelana. “O Brasil respeita a soberania nacional”, recitava Celso Amorim e recita agora Antonio Patriota para justificar a diplomacia da cafajestagem. O mantra perde a validade quando algum companheiro perde o poder.
Como ocorreu em Honduras, o Congresso paraguaio afastou o presidente amparado em normas constitucionais. Fez com Lugo o que faria com Fernando Collor o Legislativo brasileiro se o presidente que desonrou o cargo não tivesse renunciado pouco antes da destituição inevitável. O Planalto tem tanto a ver com a queda de Lugo quanto o governo paraguaio tinha a ver com o afastamento de Collor.
Como pôde acontecer uma coisa dessas em apenas dois dias?, choramingam os órfãos brasileiros do reprodutor de batina. Os paraguaios é que deveriam perguntar-se como pode o Brasil esperar sete anos pelo julgamento dos quadrilheiros do mensalão. Ou instaurar uma CPI que, depois de dois meses de tapeações, vigarices e patifarias, faz o que pode e o que é proibido para garantir a impunidade dos bandidos.